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terça-feira, 9 de outubro de 2012

Sinais sempre são confiáveis?
Muitas pessoas hoje, especialmente no movimento pentecostal e suas ramificações, valorizam sinais acima de tudo. Interpretam acontecimentos na vida como provas da aprovação divina de suas decisões. Recorrem para visões e revelações para justificar suas práticas. Defendem suas doutrinas, citando algum sinal especial como confirmação do Espírito Santo.

Sinais sempre são confiáveis como prova da aprovação divina?


Em geral, os sinais, prodígios e milagres na Bíblia serviam para confirmar a palavra revelada por Deus aos profetas e apóstolos. No Velho Testamento, Deus capacitou homens como Moisés, Elias e Eliseu a realizarem milagres para confirmar a sua mensagem. No Novo Testa-mento, os apóstolos e vários outros recebiam os dons do Espírito Santo para confirmar a palavra revelada (Marcos 16:20; Hebreus 2:4; 2 Coríntios 12:12).

Em outros estudos, temos visto várias diferenças entre os verdadeiros sinais dos tempos da Bíblia e os supostos dons milagrosos que tantas pessoas buscam hoje. Neste artigo, consideremos outro aspecto da questão dos dons. Mesmo se alguém acreditar ver um sinal milagroso hoje, ainda deve dar mais importância às Escrituras.


Deus nunca colocou os sinais acima da palavra.


No Velho Testamento, o Senhor disse: “Quando profeta ou sonhador se levantar no meio de ti e te anunciar um sinal ou prodígio, e suceder o tal sinal ou prodígio do que te houver falado, e disser: Vamos após outros deuses...não ouvirás a palavra deste profeta ou sonhador; porquanto o Senhor, vosso Deus, vos prova, para saber se amais o Senhor, vosso Deus, de todo o vosso coração e de toda a vossa alma” (Deuteronômio 13:1-3). Neste caso, mesmo se o sinal fosse verdadeiro, qualquer um que seguisse o profeta seria condenado, pois a palavra dele contradizia a verdade já revelada.


No Novo Testamento, sinais milagrosos acompanharam os apóstolos do Senhor. Mas Paulo, um dos apóstolos, nos alerta: “Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema” (Gálatas 1:8). Se viesse direto do céu ou se mostrasse os sinais dos apóstolos, ainda seria necessário avaliar pela palavra.


Paulo avisou, também, de sinais e prodígios de mentira, empregados por Satanás (2 Tessalonicenses 2:9-10).


Não importa quantos sinais alguém alega ter visto ou ter feito, a prova final é a palavra já revelada. Nunca devemos colocar sinais acima da palavra.

Devemos obedecer os nossos pais incrédulos?


Devemos obedecer os nossos pais incrédulos?

Apesar de todos os obstáculos que o diabo coloca no caminho dos jovens, alguns demonstram a pureza de coração para se submeterem ao Senhor na sua juventude (Eclesiastes 12:1). Devemos agradecer a Deus pelos jovens fiéis.

Alguns desses jovens se encontram sozinhos nas suas famílias, sem nenhum apoio dos seus pais. Pais incrédulos ou afastados de Deus não guiam os filhos no caminho de Deus e podem até atrapalhar a jornada do jovem discípulo. Nestes casos, o filho é obrigado ser obediente aos pais?



Deus ordenou as relações humanas pela definação divina de diversos papéis. Estes papéis não determinam o valor de uma pessoa diante do Senhor, nem identificam superioridade moral ou espiritual. Os princípios de Deus governam relacionamentos entre seres humanos nesta vida, e devem ser respeitados por todos.

Antes de considerar a situação de filhos e pais, vamos examinar as instruções de Deus sobre algumas outras relações humanas. Desta maneira, ficará mais fácil compreender a vontade dele para os filhos de pais descrentes.


● Submissão aos oficiais do governo. O Novo Testamento foi escrito durante o domínio do governo romano e seus imperadores pagãos e cruéis. Pedro falou para os cristãos sujeitarem-se às autoridades do governo (1 Pedro 2:13-17). Paulo ensinou a mesma coisa (Romanos 13:1-7).


● Submissão aos senhores no trabalho. Os cristãos sempre devem ser bons funcionários, mesmo quando os seus superiores não forem pessoas boas e justas (1 Pedro 2:18-20).


● Submissão ao marido. As mulheres devem ser submissas aos maridos. Mesmo se o marido for descrente, a mulher deve obedecê-lo (1 Pedro 3:1-2).


● E os filhos? Com estes exemplos, torna-se fácil entender que filhos de pais incrédulos ainda devem ser submissos. A instrução dada em Efésios 6:1-3 aplica-se geralmente aos filhos, tanto de pais cristãos como de pais descrentes.


● Uma exceção importante. Em todos esses casos, devemos lembrar que a autoridade de Deus ultrapassa qualquer autoridade humana. Se uma pessoa em posição de autoridade mandar fazer algo que contradiz as ordens de Deus, os seus subordinados devem desobedecer aquela instrução e fazer o que Deus manda. O mesmo apóstolo Pedro que ensinou submissão ao governo recusou obedecer uma ordem dos líderes em Jerusalém, dizendo: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (Atos 5:29).

sábado, 6 de outubro de 2012

O Perfeito Oleiro



Deus, O Perfeito Oleiro

A palavra do SENHOR, que veio a Jeremias, dizendo: Levanta-te, e desce à casa do oleiro, e lá te farei ouvir as minhas palavras. E desci à casa do oleiro, e eis que ele estava fazendo a sua obra sobre as rodas, Como o vaso, que ele fazia de barro, quebrou-se na mão do oleiro, tornou a fazer dele outro vaso, conforme o que pareceu bem aos olhos do oleiro fazer. Então veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? diz o SENHOR. Eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel. (Jeremias 18:1-6)

Como seres humanos, temos inúmeros defeitos, que são característicos de nossa natureza imperfeita. Alguns destes defeitos, entretanto, quando crônicos, podem causar sérios danos a nós mesmos e aos que estão à nossa volta. A psicologia encara estes defeitos de um ponto de vista estritamente humano e biológico, mas o cristão vê os seus defeitos a partir de um ponto de vista ainda mais profundo, em sua dimensão espiritual.

Alguns destes defeitos de caráter são tratáveis, de forma mais ou menos efetiva conforme a sua natureza, pela psicologia humana. Outros, entretanto têm raízes espirituais: são as chamadas doenças de alma, que somente podem ser curadas espiritualmente. Muitos de nossos defeitos desaparecem quando amadurecemos espiritualmente, permitindo a Deus renovar a nossa mente e restaurar a nossa natureza. Outros, entretanto, parecem desafiar o poder de Deus e persistem ao longo de toda a vida, apesar de incessantes esforços do individuo para erradica-los. É mais comum ouvirmos falar de curas milagrosas de doenças físicas do que de curas de doenças de alma. Por que parece ser tão difícil ocorrer uma real mudança de caráter de uma pessoa? Por que é mais comum ouvirmos falar de paralíticos que se levantam e andam do que, por exemplo, de homossexuais que se tornam verdadeiramente heterossexuais? Ou de bandidos que realmente se regeneram?

sábado, 29 de setembro de 2012

O Nascimento Do Rei - Mateus 1 - 2



O Nascimento Do Rei

Mateus 1  -  2

Se um homem aparece de repente dizendo ser rei, a primeira coisa que as pessoas querem ver são as provas. De onde vem? Quem são seus súditos? Quais são suas credenciais? Prevendo essas perguntas importantes, Mateus começa seu livro com um relato detalhado do nascimento de Jesus Cristo e dos acontecimentos subsequentes. Ele apresenta quatro fatos sobre o Rei.

1. A Linhagem Do Rei (Mt 1:1-25)

Uma vez que a realeza depende da linhagem, era importante determinar o direito de Jesus ao trono de Davi. Mateus apresenta a linhagem humana de Jesus (Mt 1:1-25) bem como a divina (Mt 1:18-25)

A linhagem humana (vv. 1-17).

Livro da geração de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão. Abraão gerou a Isaque; e Isaque gerou a Jacó; e Jacó gerou a Judá e a seus irmãos; E Judá gerou, de Tamar, a Perez e a Zerá; e Perez gerou a Esrom; e Esrom gerou a Arão; E Arão gerou a Aminadabe; e Aminadabe gerou a Naassom; e Naassom gerou a Salmom; E Salmom gerou, de Raabe, a Boaz; e Boaz gerou de Rute a Obede; e Obede gerou a Jessé; E Jessé gerou ao rei Davi; e o rei Davi gerou a Salomão da que foi mulher de Urias. E Salomão gerou a Roboão; e Roboão gerou a Abias; e Abias gerou a Asa; E Asa gerou a Josafá; e Josafá gerou a Jorão; e Jorão gerou a Uzias; E Uzias gerou a Jotão; e Jotão gerou a Acaz; e Acaz gerou a Ezequias; E Ezequias gerou a Manassés; e Manassés gerou a Amom; e Amom gerou a Josias; E Josias gerou a Jeconias e a seus irmãos na deportação para babilônia. E, depois da deportação para a babilônia, Jeconias gerou a Salatiel; e Salatiel gerou a Zorobabel; E Zorobabel gerou a Abiúde; e Abiúde gerou a Eliaquim; e Eliaquim gerou a Azor; E Azor gerou a Sadoque; e Sadoque gerou a Aquim; e Aquim gerou a Eliúde; E Eliúde gerou a Eleázar; e Eleázar gerou a Matã; e Matã gerou a Jacó; E Jacó gerou a José, marido de Maria, da qual nasceu JESUS, que se chama o Cristo. De sorte que todas as gerações, desde Abraão até Davi, são catorze gerações; e desde Davi até a deportação para a babilônia, catorze gerações; e desde a deportação para a babilônia até Cristo, catorze gerações. (Mateus 1:1-17)

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Louvor aceitável por Deus

QUAL O LOUVOR ACEITÁVEL POR DEUS?


"Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim O adorem. Deus é espírito, e importa que os que O adoram O adorem em espírito e em verdade" (João 4:23-24).


Fala-se muito, hoje em dia, sobre louvor e adoração. Muitas polêmicas são lançadas em torno deste tema, e, em vista disso, muita confusão se estabeleceu na mente dos irmãos.

Alguns pensam que louvar a Deus é somente cantar cânticos espirituais antes do estudo bíblico, da escola dominical, da ceia do Senhor, do evangelismo. É costume nas igrejas existir um período de louvor onde os fiéis entoam hinos e cânticos espirituais. Há alguns que acham que é somente na ceia do Senhor que se pode adorar. Outros dizem que louvar a Deus não tem nada a ver com cantar e sim com o nosso modo de vida. O que vamos ver hoje não é para aumentar a polêmica e sim procurar respostas sinceras e honestas nas Escrituras, não para defender um ponto de vista, nem para combater algum outro, mas para encontrar o que a Palavra de Deus ensina sobre o verdadeiro louvor ou sobre qual é o louvor aceitável por Ele. Agindo assim, poderemos estar entre aqueles que Deus está procurando ... os verdadeiros adoradores.

Ao observarmos na Bíblia, a história da mulher samaritana, notamos que já naquele tempo havia polêmica com relação à adoração a Deus. Jesus, em poucas palavras, foi ensinando qual seria a verdadeira adoração .

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Dez Dicas Para Salvaguardar Seu Casamento


Dez Dicas Para Salvaguardar Seu Casamento

Muitas vezes um casamento vai bem, e acaba abalado por causa de um relacionamento inesperado com uma terceira pessoa. Começa de maneira inocente e agradável, torna-se cada vez mais envolvente. Por fim, traz complicações e desgraças para muita gente. Não foi um acidente ou “um grande amor que surgiu”. Foi um relacionamento do qual o casamento deveria ter sido protegido. Não seja ingênuo, pensando que isto só acontece com os outros. Muita gente boa já caiu exatamente por ser ingênua assim. Lembre-se de 1Co 10.12. (Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia.) Por isso, proteja seu casamento… Eis algumas dicas.

Calar Por Amor ou Falar Por Causa da Verdade?

Calar Por Amor ou Falar Por Causa da Verdade?

Quem se cala diante do pecado, da injustiça e de falsas doutrinas não ama de verdade. A Bíblia diz que o amor "...não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade" (1 Co 13.6). 

Deveríamos orar muito por sabedoria e, com amor ainda maior, chamar a atenção para a verdade e não tolerar a injustiça.]Ao estar em jogo a verdade, Estevão argumentou, mas sempre em amor a seu povo e com temor diante da verdade em Cristo. O apóstolo Paulo estava disposto a ser considerado maldito por amor ao seu povo, mas não cedia um milímetro quando se tratava da verdade em Cristo. Jesus amou como nenhum outro sobre a terra, mas assim mesmo pronunciou duras palavras de ameaça contra o povo incrédulo, que seguia mais as tradições e as próprias leis do que a Palavra de Deus. O Dr. John Charles Ryle, bispo anglicano de Liverpool que viveu de 1816 a 1900, certa vez disse assim: